O Universo: Estrelas, Galáxias, Asteróides, Satélites...
Você sabe o que tem no nosso universo? Sabe diferenciar corpos celestes? Sabe o que significa uma estrela ou um asteroide?
O que tem no nosso Universo?
Na realidade o nosso universo é bem mais vazio do que imaginamos. Por mais que vemos enormes quantidades de corpos celestes nas fotos, a distância que os separa geralmente é muito grande.
Porém ele é repleto de maravilhas cósmicas. Nele, podemos encontrar uma infinidade de objetos e fenômenos fascinantes, como estrelas brilhantes, galáxias majestosas que abrigam bilhões de estrelas, buracos negros poderosos capazes de distorcer o tecido do espaço-tempo, nebulosas coloridas que abrigam berçários estelares, planetas orbitando estrelas distantes, luas misteriosas que circundam esses planetas e outros. Cada descoberta nos revela a imensa diversidade e complexidade do universo, convidando-nos a explorar, questionar e maravilhar-nos com os mistérios e belezas cósmicas que nos cercam.
Estrelas
Galáxias
Planetas Gasosos
Você sabia que apenas 4 planetas do nosso sistema solar é rochoso? Sim, eles também recebem o nome de Telúricos, sendo esses Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Os demais são formados por componentes gasosos presos pela ação e força da gravidade.
Júpiter, Saturno, Urano e Netuno são os maiores planetas do Sistema Solar, e também, os que apresentam as maiores massas, mesmo sendo formados exclusivamente por gases. Consequentemente e apesar de serem gigantes e pesados, esses planetas são bem menos densos que os planetas telúricos.
Asteróides
São objetos rochosos e metálicos que orbitam o Sol mas são pequenos demais para serem considerados planetas. São conhecidos por planetas menores. A dimensão dos asteroides varia desde Ceres, que tem um diâmetro de cerca de 1000 km, até à dimensão de pequenas pedras.
Os asteróides são feitos de material deixado desde a formação do sistema solar. Uma teoria sugere que são os restos de um planeta que foi destruído numa colisão massiva ocorrido há muito tempo. Mais provavelmente, os asteróides são matéria que nunca se uniu para formar um planeta. De facto, se se juntasse a massa total estimada de todos os asteróides num único objecto, esse objecto teria menos de 1,500 quilómetros (932 milhas) de diâmetro -- menos de metade do diâmetro da nossa Lua.
O Cinturão Principal fica localizado entre Marte e Júpiter e separa os telúrios internos dos planetas gasosos. Ele fica a uma distância mais de duas vezes maior do que aquela que separa a Terra e o Sol. O Cinturão foi formado durante a juventude do nosso “quintal espacial”, quando a forte gravidade de Júpiter interrompeu o processo de formação de outros planetas do Sistema Solar na região. Assim, eles acabaram colidindo uns com os outros e foram fragmentados, formando os asteroides observados ali.
Sol
Um fato curioso é que o a luz solar que recebemos constantemente pode se extinguir e só perceberemos que isso aconteceu depois de se passar 8 minutos. Isso ocorre porque a distância entre a terra e o sol é de 150 milhões de km e a velocidade da luz é de 300 mil km. Por isso, a luz que recebemos, na verdade foi irradiada com 8 minutos de antecedência, antes de chegar ao planeta terra.
A Terra orbita o Sol se deslocando com velocidades próximas a 107.000 km/h. Porém, outra curiosidade é que a velocidade da Terra muda quando estamos mais perto do Sol. A sua gravidade se torna mais forte, atraindo a Terra com uma intensidade maior. A posição em que a Terra encontra-se mais próxima ao Sol é chamada periélio, enquanto a posição mais distante é chamada afélio.
Buracos Negros
Foram propostos por Karl Schwarzschild. A existência dessas estruturas foi prevista como possíveis soluções para as equações da relatividade geral de Einstein. Acreditava-se até recentemente que não seria possível obter uma imagem direta de um buraco negro, no entanto o projeto Event Horizon Telescope mostrou-nos o contrário ao publicar a primeira fotografia real de um buraco negro.
Os buracos negros são formados nos estágios finais de vida de estrelas muito massivas, isto é, aquelas que apresentam pelo menos 6 vezes a massa do Sol. Quando o combustível dessas estrelas acaba, sua gravidade vence e elas sofrem um intenso colapso gravitacional, reduzindo drasticamente o seu tamanho.
Fontes:
https://home.cern/
https://www.nasa.gov/
https://www.nasa.gov/mission_pages/hubble/main/index.html
https://www.if.ufrgs.br/ast/solar/portug/asteroid.htm#:~:text=Aster%C3%B3ides%20s%C3%A3o%20objectos%20rochosos%20e,%C3%A0%20dimens%C3%A3o%20de%20pequenas%20pedras.
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2019/11/estrelas-seis-curiosidades-sobre-os-corpos-celestes.html
https://mundoeducacao.uol.com.br/fisica/fatos-curiosos-sobre-o-universo.htm#:~:text=O%20Universo%20%C3%A9%20vasto%20e,celestes%20%C3%A9%20geralmente%20muito%20grande.








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